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A gotinha PLIM PLIM

Capa do livro A GOTINHA PLIM PLIM

A gotinha PLIM PLIM

Ciclo da água - A GOTINHA PLIM PLIM

A GOTINHA PLIM PLIM

Era uma vez uma gotinha de chuva chamada Plim Plim.
Ela vivia no céu, junto com outras gotinhas, numa nuvem.
Como era gostoso viver ali!
Certo dia, o tempo mudou de repente.
Um vento muito frio soprou forte e as gotinhas começaram a cair em forma de chuva.
Só a gotinha Plim Plim não quis is ir para a Terra.
Ela queria ficar sempre vivendo no céu.
Então, o vento soprou com mais força, sacudindo a nuvem.
E lá se foi a gotinha...
Plim Plim veio descendo bem de mansinho...
E foi cair num jardim, bem em cima de uma linda rosa vermelha.
Plim Plim achou uma delícia ficar ali escorregando entre aquelas pétalas tão macias e aveludadas.
A gotinha nem ficou com saudades de quando morava naquela nuvem no céu.
Plim Plim brincou tanto que a rosa sentindo cócegas, começou a rir sem parar.
-Quem está rindo assim? - perguntou a gotinha admirada.
-Sou eu, a Rosa Vermelha!
-Ah! Muito prazer, eu sou a gotinha Plim Plim.
 A Rosa Vermelha continuou:
-Que bom que vocês chegaram!
Estávamos morrendo de sede. E gostamos muito quando caiu esta chuvinha tão gostosa!
-Fico muito alegre em poder ajudar as flores deste jardim - disse Plim Plim.
-Você e suas amiguinhas são muito importantes, pois são necessárias à vida de todas as plantas aqui da Terra.
Plim Plim ficou tão feliz!
Sorrindo de felicidade, ela escorregou e caiu junto à raiz.
A gotinha foi descendo bem devagar e viu uma forma muito estranha.
Plim Plim, muito curiosa, perguntou:
-Quem é você?
-Eu sou a raiz que sustenta a planta.
Retiro do solo os sais minerais que a alimentam.
-Que interessante! Eu estou conhecendo tanta coisa!
A raiz continuou:
-É com a sua ajuda, molhando a terra, que eu consigo fazer o meu trabalho.
No dia seguinte, o Sol apareceu tão forte que atraiu todas as gotinhas, que foram subindo em forma de fumacinha chamada evaporação.
E formaram outra nuvem de chuva para recomeçar tudo outra vez.
A gotinha Plim Plim viu, então, que havia passado pelo ciclo da água.

Ciclo da água - A gotinha PLIM PLIM

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A GOTINHA PLIM PLIM

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Era uma vez uma gotinha de chuva chamada Plim Plim.
Ela vivia no céu, junto com outras gotinhas, numa nuvem.
Como era gostoso viver ali!
Certo dia, o tempo mudou de repente.
Um vento muito frio soprou forte e as gotinhas começaram a cair em forma de chuva.

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Só a gotinha Plim Plim não quis is ir para a Terra.
Ela queria ficar sempre vivendo no céu.
Então, o vento soprou com mais força, sacudindo a nuvem.
E lá se foi a gotinha...


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Plim Plim veio descendo bem de mansinho...
E foi cair num jardim, bem em cima de uma linda rosa vermelha.
Plim Plim achou uma delícia ficar ali escorregando entre aquelas pétalas tão macias e aveludadas.
A gotinha nem ficou com saudades de quando morava naquela nuvem no céu.



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Plim Plim brincou tanto que a rosa sentindo cócegas, começou a rir sem parar.
-Quem está rindo assim? - perguntou a gotinha admirada.
-Sou eu, a Rosa Vermelha!
-Ah! Muito prazer, eu sou a gotinha Plim Plim.



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 A Rosa Vermelha continuou:
-Que bom que vocês chegaram!
Estávamos morrendo de sede. E gostamos muito quando caiu esta chuvinha tão gostosa!
-Fico muito alegre em poder ajudar as flores deste jardim - disse Plim Plim.
-Você e suas amiguinhas são muito importantes, pois são necessárias à vida de todas as plantas aqui da Terra.


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Plim Plim ficou tão feliz!
Sorrindo de felicidade, ela escorregou e caiu junto à raiz.
A gotinha foi descendo bem devagar e viu uma forma muito estranha.
Plim Plim, muito curiosa, perguntou:
-Quem é você?
-Eu sou a raiz que sustenta a planta.
Retiro do solo os sais minerais que a alimentam.
-Que interessante! Eu estou conhecendo tanta coisa!
A raiz continuou:
-É com a sua ajuda, molhando a terra, que eu consigo fazer o meu trabalho.


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No dia seguinte, o Sol apareceu tão forte que atraiu todas as gotinhas, que foram subindo em forma de fumacinha chamada evaporação.
E formaram outra nuvem de chuva para recomeçar tudo outra vez.
A gotinha Plim Plim viu, então, que havia passado pelo ciclo da água.


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Ciclo da água - A viagem das três Gotinhas de água


Ciclo da água


Ciclo da água - A Menina Gotinha de Água






Ciclo da água - A viagem da Gotinha

"Vivia num rio uma gotinha com as suas irmãzinhas que gostavam de viajar, de rir muito e de brincar. As gotas juntas faziam a água que os rios levavam, que era onde as pedras dormiam e onde os peixinhos brincavam. Fez muito calor um dia e o sol pôs-se a chamar a gotinha que com alegria andava com as irmãs a passear. "Vem para ao pé de mim gotinha", pediu ele com carinho, "faz-te muito levezinha, que eu mostro-te o caminho". A gota ouviu o seu amigo e respondeu-lhe a sorrir: "Sim, eu quero estar contigo, anda, ensina-me a subir." E assim ficou a gotinha levezinha, levezinha, e em vapor se tornou quando ao pé do sol chegou. No céu estavam também outras gotas que o sol chamou, juntas fizeram uma nuvem que o vento empurrou. A nuvem branca e pequenina, ao chegarem mais gotinhas, grande e cinzenta se tornou e a elas se queixou: "Desçam, desçam amiguinhas que já estou muito cansada pois a levar tantas gotinhas ficou muito, muito carregada." A gotinha agradeceu a viagem à sua amiga e com a chuva caiu do céu muito alegre e divertida. Numa flor foi pousar e deixou-a toda molhada; ela começou a espirrar e a gota ficou assustada. Com medo saltou e então no chão caiu e na terra escorregou até chegar ao rio. As suas maninhas lá estavam divertidas a brincar com o sol e a nuvem que as chamavam para irem viajar. Adeus."

Ciclo da água - Alfredo o guarda-rios explica o ciclo da água

"(...) Apresento-me: sou o Alfredo! Pediram-me para explicar o ciclo da água. Vou começar pela evaporação. Podia começar por outro processo, mas hoje apetece-me começar pela evaporação. A água evapora-se dos rios, mares e lagos e vai para o ar. Da respiração dos animais e plantas também sai água na forma de vapor. Nas nuvens ... isso explico mais à frente. Quando o vapor arrefece para a líquido. Chama-se a esse processo a condensação. Como naquela nuvem carregada de gotinhas de água. Quando as gotas ficam muito pesadas, como naquela nuvem ali em frente, caem sobe a forma de chuva. Por vezes, quando as nuvens arrefecem muito, a água líquida das gotas passa a cristais de neve. Chama-se a essa passagem a solidificação. A solidificação da água líquida é o que acontece no congelador do frigorífico. Forma-se gelo. A água da chuva infiltra-se no solo e é consumida pelas plantas. Os animais também a bebem. Nas cidades gasta-se muita água e nas fábricas também. E para onde vai a água depois de consumida? Toda a água que retiramos da natureza volta à natureza. (...)"

A Menina Gotinha de Água - parte I

Era uma vez
Uma menina
Chamada
Gotinha de Água.
A menina
Gotinha de Água
vivia
no mar sem fim.
E era linda,
tão linda,
vestida de esmeralda
e luar.
Ora no fundo,
ora nas vagas
coberta de espuma,
ela brincava
com suas irmãs.
Brincava
com os peixinhos,
dava-lhes beijinhos
e beliscões,
e fugia a rir
por entre as algas,
e jogava
às escondidas
com as anémonas,
que são as flores
de mil cores
que há no mar.
Às vezes,
vinha até à praia
e beijava
as pernas
e os cabelos
dos meninos.
Depois,
a rir
e a cantar
ia de novo
para o mar,
Iá para o largo
ver as baleias
e os navios.
E a menina
Gotinha de Água,
vestida
de esmeralda
e luar,
e tão pequenina,
a força que ela tinha
de mãos dadas
às suas irmãzinhas!
Todas juntas
eram o Mar.
Um dia,
a menina
Gotinha de Água,
vestida de esmeralda
e luar,
estava a dormir,
a sonhar
à flor
do mar.
Então,
o Sol
beijou-a
na face,
e logo ela
como se voasse
subiu no ar.
Como se sentia leve!
Subiu,
subiu,
subiu
até que se viu
numa nuvem
cor-de-rosa.
Sorriu
de contente,
olhou em volta
e viu milhões
de gotinhas como ela
boiarem no ar.
- Cá estou eu nas nuvens! - disse a Gotinha de Água .
Então o Sol
de contente
sorriu também
e ao beijá-la
nos cabelos
acendeu no céu
as sete cores
do arco-íris:
vermelho
alaranjado
amarelo
verde
azul
anil
e violeta.
Era tão Iindo!

A Menina Gotinha de Água - parte II

Tempos depois
vieram os ventos
e disseram
à nuvem:
- Vamos.
E começaram
a empurrar
aquela nuvem
e as outras nuvens
que boiavam
altas e rosadas
sobre o mar.
A princípio,
a gotinha
estremeceu
de medo.
Mas depois
gostou
da viagem.
E as nuvens
viajaram.
Eram como grandes
navios
de algodão em rama.
Andaram
assim
dias e dias
sobre o Mar.
Até que uma tarde,
estava o Sol
a espreitar,
muito vermelho,
Iá tão Ionge
que parecia
quase atrás
do Mar,
a menina
Gotinha de Água
viu que voavam
sobre a Terra.
Olha as praias
Iá em baixo!
E casas!
E meninos
a brincar!
E estradas
e pontes
e automóveis
e comboios
a passar!
Depois
o vento parou.
A gotinha
estremeceu
quando viu
dum lado a outro
do céu
as nuvens escurecerem
como breu.
Olhava
para baixo e via
a terra seca,
os campos secos,
secas as fontes,
as flores
e as searas
murchas,
e os homens
tristes,
muito tristes
sem pão
para darem
aos meninos.
Então,
a menina
Gotinha de Água,
que tinha
nascido no mar
e usava
um vestido de esmeralda
e luar,
pensou:
E se eu fosse
dar de beber
às flores
aos campos,
se eu fosse
matar a sede
e a fome
aos homens
e aos meninos?
E disse
muito alto
às suas irmãzinhas:
- Vamos.

A Menina Gotinha de Água - parte III

E deixou-se cair.
Ia à frente
de milhões
de gotinhas
todas vestidas
de esmeralda
e luar
e sorriam,
cantavam
enquanto caíam.
A menina
Gotinha de Água
pousou
mesmo na boca
duma flor
que sorrindo
feliz
lhe disse:
-Bendita!
Bendita sejas!
E logo
uma abelha,
que andava por ali
em busca de pólen
para fazer mel,
pousou numa pétala
da linda flor
e falou-lhe assim:
Bom dia, meu amor.
Queres tu dar-me
um pouquinho
do teu pólen
para os meus favos?
E a flor
de pétalas
de ouro
abertas
e cobertas
de gotinhas de água,
todas vestidas
de esmeralda
e luar,
só lhe disse:
- Leva o pólen
que quiseres
para o teu mel!
O Sol
brilhava agora
cheio de alegria
e sacudia
a luz
da sua imensa cabeleira
sobre o mundo.
E as searas
que estavam a morrer
de sede
encheram-se
de espigas
e as árvores
abriram no ar
os braços
carregados
de frutos
tão docinhos:
ameixas
figos
maçãs, peras e uvas!
E os homens,
as mulheres
e os meninos
agradeciam
satisfeitos
à chuva que viera
livrá-los
da sede
e da fome.
- Obrigado!
Obrigado!